Libertines voltou!!


Pic: PA Photos

Só eu não sabia?

A banda do drogadito mais famoso e querido da Inglaterra voltou e eles já fizeram até uma pequena apresentação juntos, a primeira depois do anúncio do retorno. O Aperitivo foi oferecido em um encontro com a imprensa de lá, no dia 31 do mês de março.

Pete disse a NME que ainda nem consegue acreditar no retorno da banda. Que tem sido como um sonho para ele.

*** Alegoria do fim


Amo muito tudo isso

Ah, o amor!


Sem exagero, esse lance de um ser dar certeza de que ama alguém sempre me assustou muito. Acho que até se o George Clooney aparecesse e declarasse amor eterno por mim eu ia me apavorar.

Eu mesma fico assustadora quando estou in love. Até tento disfarçar minha loucura, mas é inútil.

Afinal, o que fazer depois que você não quiser mais olhar para a cara do romântico?
_ Mudar de endereço, telefone, de emprego e excluir a conta em todas as redes sociais para a pessoa nunca mais ter notícias do objeto de desejo?
_ Dizer que ele(a) não foi bom o suficiente e por isso você quer ficar livre para encontrar outro alguém mais interessante (tudo isso enquanto ele(a) ameaça se jogar pela janela)?
_ Assumir uma falsa homossexualidade (ou heterossexualidade)?
_ Começar a traí-lo(a) com toda a vizinhança, inclusive os parentes do amado, para a pessoa tomar nojo de você e nunca mais aparecer?

Não conheço uma saída que não deixe marcas terríveis e nem um apaixonado que aja com bom senso.

By A Pessimista!
Good luck with your lover!

Friday… ***


Os esquisitinhos graciosos.

***


Meus dias estão mais bagunçados que as plenárias do Senado.

O chocalho de Tweedledum


Não consigo conceber a ideia de que Through the looking glass and what Alice found there foi escrito/pensado para crianças lerem. Duvido!
Segue trecho do livro que , nas palavras da contra-capa da edição de Martin Claret, "oculta questionamentos de toda espécie, lógicos ou semânticos, problemas psicológicos de identidade e até políticos".

    “(…)
    _ Criaturas egoístas _ pensou Alice.
    E ia saindo, mas Tweedledum saiu debaixo do guarda-chuva e segurou-a pelo pulso.
    _ Está vendo aquilo? _ disse, muito excitado.
    Vibrava-lhe a voz, de tão apaixonado. Os olhos arregalados, o dedo trêmulo, apontava para uma coisinha esbranquiçada, que se via debaixo da árvore.
    _ Isto é um chocalho _ disse Alice, depois de examinar cuidadosamente a coisinha branca. _ Não é uma cobra de chocalho, não é cascavel, não _ apressou-se a dizer, pensando que ele estava assustado _; é apenas um chocalho velho… muito velho e todo amassado.
    _ Eu sabia que era! _ gritou Tweedledum sapateando desesperado, e arrancando os cabelos. _ E está estragado! Está!
    Olhou para Tweedledee, que imediatamente se sentou no chão, procurando esconder-se debaixo do guarda-sol.
    Alice pôs-lhe a mão no braço e disse, para acalmá-lo:
    _ Não vale a pena ficar zangado por causa de um chocalho velho…
    _ Mas não é velho _ gritou Tweedledum, mais enfurecido ainda. _ É novo, eu lhe digo… Comprei-o ontem… meu lindo chocalho novo!
    A voz subia, num grito cada vez mais alto.
    (…)”

CARROL, Lewis. Alice no país dos espelhos. Tradução: Pepita de Leão. São Paulo: Martin Claret, 2008. p. 71.

***